Em Guimarães, quatro jornadas volvidas sobre um campeonato onde a abundância de erros de arbitragem contra o nosso clube, vergonhosamente encobertos pela opinião pública que insistia em justificar o fraco início de temporada com os erros de Roberto e as ausências de Di Maria e Ramires, o presidente Luís Filipe Vieira perdeu finalmente a paciência, expressando publicamente a revolta que todos os benfiquistas sentiam naquele momento.
Desde então foram vários os comunicados, declarações e demais acções levadas a cabo pela direcção exigindo isenção e rigor, o que motivou querelas, entre outros, com Laurentino Dias, Vítor Pereira, André “Football Manager” Villas-Boas e Pinto “Corrupto” de Sousa. A ameaça de boicote à Taça da Liga e suspensão das negociações relativas aos direitos televisivos, bem como o desincentivo à deslocação de benfiquistas aos estádios das equipas adversárias (habituadas a encher os cofres à nossa conta) e a audiência com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, contribuíram para arrastar Liga, Olivedesportos e Governo, veiculando-os à luta pela verdade desportiva.
Penso que não é necessário reler Sun Tzu e a sua Arte da Guerra para entender que esta estratégia é a única possível face ao actual estado do futebol português, um misto de mentira e canalhice. A denúncia e condenação destas práticas tornam insustentável a manutenção do discurso positivo da época transacta. Somente uma direcção atenta e vigilante ao que se passa fora de campo permite que os jogadores e equipa técnica trabalhem serena e afincadamente para nos continuarem a proporcionar vitórias dentro de campo.
Desde então foram vários os comunicados, declarações e demais acções levadas a cabo pela direcção exigindo isenção e rigor, o que motivou querelas, entre outros, com Laurentino Dias, Vítor Pereira, André “Football Manager” Villas-Boas e Pinto “Corrupto” de Sousa. A ameaça de boicote à Taça da Liga e suspensão das negociações relativas aos direitos televisivos, bem como o desincentivo à deslocação de benfiquistas aos estádios das equipas adversárias (habituadas a encher os cofres à nossa conta) e a audiência com o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, contribuíram para arrastar Liga, Olivedesportos e Governo, veiculando-os à luta pela verdade desportiva.
Penso que não é necessário reler Sun Tzu e a sua Arte da Guerra para entender que esta estratégia é a única possível face ao actual estado do futebol português, um misto de mentira e canalhice. A denúncia e condenação destas práticas tornam insustentável a manutenção do discurso positivo da época transacta. Somente uma direcção atenta e vigilante ao que se passa fora de campo permite que os jogadores e equipa técnica trabalhem serena e afincadamente para nos continuarem a proporcionar vitórias dentro de campo.
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